O ex-prefeito de Caucaia, Vitor Valim, foi alvo de uma operação policial realizada na manhã desta quarta-feira (13). A ação ocorreu em sua residência e também teve como alvo a sede da Prefeitura de Caucaia, em investigação conduzida pela Procuradoria de Crimes contra a Administração Pública (Procap).
Segundo informações do processo cautelar, a investigação apura possíveis práticas de corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de capitais. Além de Vitor Valim, outras 18 pessoas e duas empresas também são investigadas no caso.
As investigações tiveram início após denúncias apresentadas em maio de 2023 por Francisco Deuzinho de Oliveira Filho, conhecido como Deuzinho Filho, que à época era vice-prefeito da gestão de Valim. Apesar de terem sido eleitos na mesma chapa em 2020, ambos romperam politicamente durante o mandato.
De acordo com os documentos da investigação, há suspeitas envolvendo venda irregular de terrenos públicos, falta de transparência em despesas oficiais, possível rombo financeiro na previdência dos servidores municipais e irregularidades em contratos firmados pela gestão anterior.
Segundo informações do processo cautelar, a investigação apura possíveis práticas de corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de capitais. Além de Vitor Valim, outras 18 pessoas e duas empresas também são investigadas no caso.
As investigações tiveram início após denúncias apresentadas em maio de 2023 por Francisco Deuzinho de Oliveira Filho, conhecido como Deuzinho Filho, que à época era vice-prefeito da gestão de Valim. Apesar de terem sido eleitos na mesma chapa em 2020, ambos romperam politicamente durante o mandato.
De acordo com os documentos da investigação, há suspeitas envolvendo venda irregular de terrenos públicos, falta de transparência em despesas oficiais, possível rombo financeiro na previdência dos servidores municipais e irregularidades em contratos firmados pela gestão anterior.
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O inquérito também aponta possíveis fraudes relacionadas à Lei de Licitações, incluindo contratações diretas consideradas ilegais, pagamentos irregulares e eventuais favorecimentos indevidos. Órgãos e empresas ligados à administração municipal também estão sendo analisados, entre eles a Soure, o Instituto do Meio Ambiente de Caucaia (IMAC) e contratos firmados com a Fundação Educacional Carlos Vanzolini.
O principal objetivo da investigação é identificar se houve desvio de recursos públicos ou utilização indevida da máquina pública para beneficiar terceiros.
Em nota, Vitor Valim afirmou que a operação possui motivação política e seria baseada em denúncias feitas por adversários. Já Deuzinho Filho declarou que decidiu levar as informações aos órgãos competentes para que os fatos fossem esclarecidos à população.
O caso segue sob investigação da Procap e do Ministério Público, que agora analisam documentos, contratos e materiais apreendidos durante a operação. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre as acusações, e os investigados seguem tendo direito à ampla defesa e ao contraditório.