As investigações envolvendo contratos e movimentações financeiras da empresa Soure Ambiental S/A durante a gestão do ex-prefeito de Caucaia, Vitor Valim, ganharam novos desdobramentos após uma operação realizada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio da Procuradoria de Justiça dos Crimes contra a Administração Pública (PROCAP), em parceria com a Polícia Civil do Ceará (PCCE).
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em Belo Horizonte, os agentes encontraram dificuldades para executar a ação contra Tiago Zanini, ex-presidente da Soure Ambiental. Segundo informações da investigação, ele teria tentado dificultar o cumprimento do mandado, mas acabou entregando aparelhos celulares e computadores às autoridades.
O que mais chamou atenção foi a declaração feita por Zanini durante a operação. De acordo com informações apuradas, o ex-presidente da empresa afirmou estar disposto a relatar tudo o que viveu e presenciou enquanto esteve à frente da Soure Ambiental durante o período da administração de Vitor Valim em Caucaia.
A fala ocorre em meio ao avanço das investigações que apuram supostas irregularidades envolvendo contratos públicos, movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis crimes contra a administração pública.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão em Belo Horizonte, os agentes encontraram dificuldades para executar a ação contra Tiago Zanini, ex-presidente da Soure Ambiental. Segundo informações da investigação, ele teria tentado dificultar o cumprimento do mandado, mas acabou entregando aparelhos celulares e computadores às autoridades.
O que mais chamou atenção foi a declaração feita por Zanini durante a operação. De acordo com informações apuradas, o ex-presidente da empresa afirmou estar disposto a relatar tudo o que viveu e presenciou enquanto esteve à frente da Soure Ambiental durante o período da administração de Vitor Valim em Caucaia.
A fala ocorre em meio ao avanço das investigações que apuram supostas irregularidades envolvendo contratos públicos, movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis crimes contra a administração pública.
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Recentemente, o Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) determinou o bloqueio de R$ 93 milhões em bens do ex-prefeito Vitor Valim e de outros 18 investigados ligados ao caso. A medida faz parte das ações cautelares para garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos caso as irregularidades sejam confirmadas ao final das investigações.
A Soure Ambiental, empresa que atuava em Caucaia, passou a ser alvo de apuração após órgãos de controle identificarem movimentações financeiras que ultrapassariam R$ 480 milhões em suas contas, valores considerados incompatíveis e que levantaram suspeitas das autoridades.
O Ministério Público e a Polícia Civil seguem aprofundando as investigações para esclarecer a origem das movimentações, a execução dos contratos e a possível participação dos investigados em crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O caso continua repercutindo fortemente nos bastidores políticos de Caucaia e promete trazer novos capítulos nos próximos dias.