O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou R$ 6,6 milhões em recursos não reembolsáveis para o projeto Coral Vivo Regenera, iniciativa do Instituto Coral Vivo voltada à recuperação e preservação dos ecossistemas recifais brasileiros. O investimento total do projeto chega a R$ 14 milhões e integra a chamada pública BNDES Corais, considerada a maior ação do país destinada à conservação dos recifes marinhos.
No Ceará, as ações serão desenvolvidas nos Recifes de Iparana, localizados em Caucaia. O objetivo é fortalecer o monitoramento ambiental, ampliar a produção de conhecimento científico e incentivar o uso sustentável do ambiente costeiro-marinho.
Entre as medidas previstas estão o acompanhamento do branqueamento e da mortalidade dos corais, além da análise contínua da saúde dos recifes. Os estudos irão gerar informações importantes para orientar estratégias de conservação marinha e enfrentamento das mudanças climáticas.
O projeto contará ainda com apoio técnico da Universidade Federal do Ceará, além de outras universidades, instituições de pesquisa, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
No Ceará, as ações serão desenvolvidas nos Recifes de Iparana, localizados em Caucaia. O objetivo é fortalecer o monitoramento ambiental, ampliar a produção de conhecimento científico e incentivar o uso sustentável do ambiente costeiro-marinho.
Entre as medidas previstas estão o acompanhamento do branqueamento e da mortalidade dos corais, além da análise contínua da saúde dos recifes. Os estudos irão gerar informações importantes para orientar estratégias de conservação marinha e enfrentamento das mudanças climáticas.
O projeto contará ainda com apoio técnico da Universidade Federal do Ceará, além de outras universidades, instituições de pesquisa, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
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A iniciativa deve beneficiar diretamente comunidades costeiras ao proteger ecossistemas fundamentais para a biodiversidade marinha, a pesca, o turismo e a proteção da faixa litorânea contra impactos naturais. Os recifes também desempenham papel importante na economia local, sustentando atividades ligadas ao mar e garantindo equilíbrio ambiental.
Além das ações científicas, o Coral Vivo Regenera prevê programas de educação ambiental, comunicação social e incentivo a alternativas de renda para comunidades tradicionais. A proposta busca unir preservação ambiental, desenvolvimento sustentável e inclusão social.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância da iniciativa para a conservação ambiental e geração de oportunidades econômicas. Segundo ele, os recifes ajudam na proteção da costa, fortalecem a pesca, impulsionam o turismo e garantem renda para milhares de famílias brasileiras.
Já a diretora socioambiental do banco, Tereza Campello, afirmou que o projeto reforça a estratégia de promover uma transição ecológica justa, aliando preservação da biodiversidade, adaptação climática e geração de oportunidades para as populações costeiras.