A Nasa revelou nesta terça-feira (9), durante coletiva realizada no Centro Espacial Johnson, em Houston, nos Estados Unidos, os nomes dos astronautas que integrarão a missão Artemis 3. Considerada uma das etapas mais importantes do atual programa de exploração espacial norte-americano, a missão terá como objetivo testar procedimentos e fortalecer a capacidade operacional da agência antes do retorno definitivo dos seres humanos à superfície da Lua.
A equipe será liderada pelo experiente astronauta Randy Bresnik, que assumirá o posto de comandante. Ao seu lado estará o italiano Luca Parmitano, representante da Agência Espacial Europeia (ESA), responsável pela função de piloto. Completam a tripulação Andre Douglas e Frank Rubio, ambos atuando como especialistas de missão.
Diferentemente do que se imaginava inicialmente, esta etapa da Artemis 3 acontecerá integralmente em órbita terrestre baixa. A proposta é ampliar a frequência das operações tripuladas utilizando o foguete SLS e a cápsula Orion, permitindo que a agência desenvolva experiência prática e aperfeiçoe seus protocolos para futuras viagens mais distantes.
Bresnik já possui ampla bagagem na exploração espacial. Integrante da Nasa desde 2004, participou de missões a bordo dos antigos ônibus espaciais e também esteve em expedições à Estação Espacial Internacional (ISS). Parmitano, por sua vez, entrou para a história ao se tornar o primeiro italiano a comandar a ISS.
Frank Rubio também carrega um currículo impressionante. O astronauta detém o recorde de permanência mais longa no espaço entre os americanos, permanecendo 371 dias consecutivos em órbita durante uma missão. Já Andre Douglas representa a nova geração da agência espacial. Selecionado em 2021, ele realizará agora seu primeiro voo espacial.
A equipe será liderada pelo experiente astronauta Randy Bresnik, que assumirá o posto de comandante. Ao seu lado estará o italiano Luca Parmitano, representante da Agência Espacial Europeia (ESA), responsável pela função de piloto. Completam a tripulação Andre Douglas e Frank Rubio, ambos atuando como especialistas de missão.
Diferentemente do que se imaginava inicialmente, esta etapa da Artemis 3 acontecerá integralmente em órbita terrestre baixa. A proposta é ampliar a frequência das operações tripuladas utilizando o foguete SLS e a cápsula Orion, permitindo que a agência desenvolva experiência prática e aperfeiçoe seus protocolos para futuras viagens mais distantes.
Bresnik já possui ampla bagagem na exploração espacial. Integrante da Nasa desde 2004, participou de missões a bordo dos antigos ônibus espaciais e também esteve em expedições à Estação Espacial Internacional (ISS). Parmitano, por sua vez, entrou para a história ao se tornar o primeiro italiano a comandar a ISS.
Frank Rubio também carrega um currículo impressionante. O astronauta detém o recorde de permanência mais longa no espaço entre os americanos, permanecendo 371 dias consecutivos em órbita durante uma missão. Já Andre Douglas representa a nova geração da agência espacial. Selecionado em 2021, ele realizará agora seu primeiro voo espacial.
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A Nasa também anunciou Bob Hines como astronauta reserva da missão. Veterano de expedições à Estação Espacial Internacional, ele poderá integrar a tripulação caso seja necessária alguma substituição.
Após o lançamento, a cápsula Orion, impulsionada pelo poderoso foguete SLS, realizará manobras para testar procedimentos de encontro e acoplamento com veículos lunares desenvolvidos pela iniciativa privada. Entre os projetos em desenvolvimento estão o Starship, da SpaceX, e o Blue Moon Mark 2, da Blue Origin, peças fundamentais para a futura retomada das missões lunares tripuladas.
Segundo o cronograma oficial, a missão deverá ocorrer no próximo ano e servirá como preparação direta para o grande objetivo do programa Artemis: realizar, em 2028, o primeiro pouso humano na Lua desde o encerramento da era Apollo.
A atual configuração da Artemis 3 surgiu recentemente como parte de uma estratégia adotada pela nova administração da Nasa. A intenção é aumentar a cadência dos voos tripulados, fortalecendo a capacidade da agência de conduzir missões além da órbita terrestre e garantindo maior segurança para as próximas etapas da exploração espacial.
O programa Artemis já acumula importantes marcos históricos. Em 2022, a Artemis 1 levou a cápsula Orion, sem tripulação, em uma viagem ao redor da Lua para validar os sistemas da missão. Já em 2026, a Artemis 2 entrou para a história ao transportar astronautas em uma trajetória ao redor do satélite natural, tornando sua tripulação a que mais se afastou da Terra em toda a história da exploração espacial.
Inspirado na deusa grega Artemis, irmã gêmea de Apolo, o programa simboliza uma nova era da corrida espacial. Mais do que retornar à Lua, a iniciativa busca abrir caminho para futuras missões a Marte e consolidar a presença humana em destinos cada vez mais distantes do nosso planeta.
Após o lançamento, a cápsula Orion, impulsionada pelo poderoso foguete SLS, realizará manobras para testar procedimentos de encontro e acoplamento com veículos lunares desenvolvidos pela iniciativa privada. Entre os projetos em desenvolvimento estão o Starship, da SpaceX, e o Blue Moon Mark 2, da Blue Origin, peças fundamentais para a futura retomada das missões lunares tripuladas.
Segundo o cronograma oficial, a missão deverá ocorrer no próximo ano e servirá como preparação direta para o grande objetivo do programa Artemis: realizar, em 2028, o primeiro pouso humano na Lua desde o encerramento da era Apollo.
A atual configuração da Artemis 3 surgiu recentemente como parte de uma estratégia adotada pela nova administração da Nasa. A intenção é aumentar a cadência dos voos tripulados, fortalecendo a capacidade da agência de conduzir missões além da órbita terrestre e garantindo maior segurança para as próximas etapas da exploração espacial.
O programa Artemis já acumula importantes marcos históricos. Em 2022, a Artemis 1 levou a cápsula Orion, sem tripulação, em uma viagem ao redor da Lua para validar os sistemas da missão. Já em 2026, a Artemis 2 entrou para a história ao transportar astronautas em uma trajetória ao redor do satélite natural, tornando sua tripulação a que mais se afastou da Terra em toda a história da exploração espacial.
Inspirado na deusa grega Artemis, irmã gêmea de Apolo, o programa simboliza uma nova era da corrida espacial. Mais do que retornar à Lua, a iniciativa busca abrir caminho para futuras missões a Marte e consolidar a presença humana em destinos cada vez mais distantes do nosso planeta.