A Comissão Disciplinar do São Paulo Futebol Clube decidiu nesta segunda-feira (6) pela expulsão do ex-superintendente geral e ex-CEO do clube, Márcio Carlomagno, do quadro de sócios da instituição.
A decisão foi tomada após votação entre os integrantes da comissão designados para analisar o caso. Dos cinco membros responsáveis pela pauta, três votaram a favor da expulsão: José Eduardo Vuolo, Danilo Pavanello e Natanael Cabral.
Carlomagno possui uma longa trajetória dentro do clube, somando 22 anos de atuação em diferentes cargos, desde assessor no departamento de futebol até a função de superintendente geral e CEO.
Nos bastidores da política do clube, ele era apontado como possível sucessor do então presidente Julio Casares e considerado o nome da situação para disputar as eleições internas previstas para o fim deste ano. No entanto, o cenário político do clube mudou drasticamente após o processo de impeachment seguido da renúncia de Casares.
A decisão da comissão disciplinar tem como base um documento de sete páginas elaborado por conselheiros do clube. No material, Carlomagno é acusado de omissão em relação a um esquema de exploração clandestina do camarote 3A do estádio do Morumbi durante o show da cantora Shakira, realizado em fevereiro de 2025.
A decisão foi tomada após votação entre os integrantes da comissão designados para analisar o caso. Dos cinco membros responsáveis pela pauta, três votaram a favor da expulsão: José Eduardo Vuolo, Danilo Pavanello e Natanael Cabral.
Carlomagno possui uma longa trajetória dentro do clube, somando 22 anos de atuação em diferentes cargos, desde assessor no departamento de futebol até a função de superintendente geral e CEO.
Nos bastidores da política do clube, ele era apontado como possível sucessor do então presidente Julio Casares e considerado o nome da situação para disputar as eleições internas previstas para o fim deste ano. No entanto, o cenário político do clube mudou drasticamente após o processo de impeachment seguido da renúncia de Casares.
A decisão da comissão disciplinar tem como base um documento de sete páginas elaborado por conselheiros do clube. No material, Carlomagno é acusado de omissão em relação a um esquema de exploração clandestina do camarote 3A do estádio do Morumbi durante o show da cantora Shakira, realizado em fevereiro de 2025.
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Segundo os conselheiros, o dirigente teria conhecimento das irregularidades envolvendo a utilização do espaço e não tomou medidas para impedir a prática.
Em sua defesa, apresentada no ano passado, Carlomagno negou qualquer envolvimento no caso. Ele afirmou que apenas disponibilizou o camarote da presidência à diretoria feminina do clube, a pedido de Mara Casares, e alegou que ela não possuía autorização para comercializar o espaço.
Além de Carlomagno, outras duas pessoas também podem enfrentar punições dentro do clube. Douglas Schwartzmann e Mara Casares são apontados como integrantes do esquema de exploração irregular de camarotes no Estádio do Morumbi.
A Comissão de Ética do São Paulo solicitou a convocação do Conselho Deliberativo do clube, que deverá se reunir na próxima quarta-feira para votar a possível expulsão da dupla do quadro de sócios.
O caso ampliou a crise política nos bastidores do São Paulo e deve influenciar diretamente o cenário das próximas eleições internas do clube.