O Brasil assumiu oficialmente a liderança no ranking mundial de maior tributação sobre o consumo após a definição das regras da Reforma Tributária. Com a regulamentação do novo modelo, a alíquota padrão estimada do chamado IVA Dual — formado pela soma da CBS federal e do IBS estadual e municipal — ficou calculada em aproximadamente 28%.
Com esse percentual, o país ultrapassa a Hungria, que até então ocupava o primeiro lugar com alíquota de 27% sobre o consumo. O novo índice brasileiro acende um alerta entre economistas, empresários e consumidores sobre os impactos no custo de vida, no setor produtivo e no poder de compra da população.
A Reforma Tributária foi apresentada pelo governo como uma medida para simplificar impostos, reduzir burocracias e modernizar o sistema fiscal brasileiro. Na prática, diversos tributos serão substituídos por dois principais impostos sobre valor agregado: a CBS, de competência federal, e o IBS, administrado por estados e municípios.
Com esse percentual, o país ultrapassa a Hungria, que até então ocupava o primeiro lugar com alíquota de 27% sobre o consumo. O novo índice brasileiro acende um alerta entre economistas, empresários e consumidores sobre os impactos no custo de vida, no setor produtivo e no poder de compra da população.
A Reforma Tributária foi apresentada pelo governo como uma medida para simplificar impostos, reduzir burocracias e modernizar o sistema fiscal brasileiro. Na prática, diversos tributos serão substituídos por dois principais impostos sobre valor agregado: a CBS, de competência federal, e o IBS, administrado por estados e municípios.
Publicidade
ANUNCIE AQUI
Sua marca em destaque para milhares de leitores diários.
Apesar da promessa de simplificação, especialistas avaliam que a carga elevada pode aumentar a pressão sobre preços de produtos e serviços. Isso porque impostos sobre consumo acabam sendo repassados ao consumidor final, afetando principalmente famílias de baixa e média renda.
Setores do comércio e da indústria também demonstram preocupação com possíveis impactos na competitividade das empresas brasileiras, principalmente diante de mercados internacionais que possuem cargas tributárias menores.
Defensores da reforma argumentam que o novo modelo pode trazer mais transparência e eficiência econômica ao longo dos próximos anos. Já críticos apontam que o Brasil corre o risco de consolidar um sistema pesado para consumidores e empreendedores, mesmo após décadas de debates sobre simplificação tributária.
A regulamentação marca uma das maiores mudanças fiscais da história recente do país e deve continuar gerando debates sobre equilíbrio entre arrecadação, crescimento econômico e impacto direto no bolso da população.
Setores do comércio e da indústria também demonstram preocupação com possíveis impactos na competitividade das empresas brasileiras, principalmente diante de mercados internacionais que possuem cargas tributárias menores.
Defensores da reforma argumentam que o novo modelo pode trazer mais transparência e eficiência econômica ao longo dos próximos anos. Já críticos apontam que o Brasil corre o risco de consolidar um sistema pesado para consumidores e empreendedores, mesmo após décadas de debates sobre simplificação tributária.
A regulamentação marca uma das maiores mudanças fiscais da história recente do país e deve continuar gerando debates sobre equilíbrio entre arrecadação, crescimento econômico e impacto direto no bolso da população.