O senador Flávio Bolsonaro participou nesta terça-feira de um encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em uma agenda que rapidamente repercutiu nos bastidores políticos brasileiros e internacionais.
Segundo informações divulgadas por integrantes da comitiva, a reunião aconteceu de forma breve no Salão Oval e não contou com discussões oficiais sobre pautas diplomáticas ou institucionais entre os dois países. Durante a visita, Flávio esteve acompanhado do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e do comunicador Paulo Figueiredo.
Ainda conforme relatos da comitiva, documentos teriam sido entregues a assessores ligados ao governo norte-americano, além do registro de fotografias ao lado de Trump. O encontro, porém, não apareceu na agenda oficial divulgada pela Casa Branca.
Segundo informações divulgadas por integrantes da comitiva, a reunião aconteceu de forma breve no Salão Oval e não contou com discussões oficiais sobre pautas diplomáticas ou institucionais entre os dois países. Durante a visita, Flávio esteve acompanhado do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e do comunicador Paulo Figueiredo.
Ainda conforme relatos da comitiva, documentos teriam sido entregues a assessores ligados ao governo norte-americano, além do registro de fotografias ao lado de Trump. O encontro, porém, não apareceu na agenda oficial divulgada pela Casa Branca.
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A articulação da viagem foi conduzida por Eduardo Bolsonaro, que há meses mantém presença frequente nos Estados Unidos e segue em contato com grupos conservadores ligados ao trumpismo. O parlamentar também continua sendo citado em debates políticos e investigações relacionadas à atuação internacional de movimentos da direita brasileira.
Analistas avaliam que o encontro possui forte peso simbólico e busca demonstrar alinhamento político entre setores conservadores do Brasil e dos Estados Unidos. A movimentação ocorre em um momento de intensa reorganização política visando os próximos cenários eleitorais no Brasil e também nos EUA.
Nas redes sociais, apoiadores comemoraram o encontro como demonstração de prestígio internacional da família Bolsonaro, enquanto críticos questionaram o caráter informal da agenda e a ausência de compromissos oficiais registrados pela presidência norte-americana.